O universo dos Fundos Imobiliários (FIIs) segue cheio de oportunidades — especialmente em 2025, quando taxas de juros, inflação e liquidez apresentam cenários que favorecem certas teses. Mas para se dar bem, é preciso saber selecionar bem.
A seguir, veja 5 FIIs com características interessantes para 2025 — a tese, os diferenciais, e os riscos associados.
RZTR11 – Foco em terras agrícolas
Tese: O fundo RZTR11 atua com propriedades rurais, arrendadas ou vendidas, com yields elevados (~15,5% ao ano segundo relatório) e contratos de média/longa duração. Investidor10+1
Diferenciais: exposição ao agronegócio brasileiro, possível proteção contra inflação, e gestão ativa.
Riscos: volatilidade do setor agro, exposição a commodities e clima; liquidez menor que FIIs mais tradicionais.
KNSC11 – Fundo de papel (CRIs) com índice de inflação
Tese: O KNSC11 investe em CRIs (títulos de crédito imobiliário) atrelados ao IPCA ou CDI, o que pode dar proteção num cenário de inflação ou juros. Investidor10+1
Diferenciais: potencial de rendimento acima da média em ambiente de juros/inflação; gestor com boa reputação.
Riscos: risco de crédito dos CRIs, ciclo de juros pode pressionar, liquidez e renovação de contratos.
XPML11 – Shoppings premium
Tese: A retomada do consumo presencial favorece shoppings bem localizados. O XPML11 aparece como interessante para quem acredita nessa recuperação. Boletim Nacional+1
Diferenciais: ativos de qualidade, vacância baixa, poder de cobrança e reajustes.
Riscos: segmento still enfrenta desafios (e-commerce, mudança de hábito), custos de manutenção e inquilinos vulneráveis.
BTLG11 – Logística / galpões
Tese: O crescimento do e-commerce e da demanda por logística faz dos galpões um setor promissor. O BTLG11 aparece entre os favoritos. Boletim Nacional+1
Diferenciais: contratos longos, localização estratégica, reajustes indexados.
Riscos: custo de novos imóveis, vacância futura, competição e excesso de oferta no setor.
KNCR11 – Fundo de recebíveis híbrido
Tese: O KNCR11 aparece em relatórios como uma opção promissora de fundo de crédito e/ou híbrido, combinando rendimento e valorização. investimentosemtempo.com.br+1
Diferenciais: portfólio diversificado, rendimento interessante, pode se beneficiar de cenário de juros moderados.
Riscos: fundos híbridos tendem a ter mais complexidade, maior alavancagem ou exposição a segmentos mais arriscados.
Conclusão
Selecionar FIIs promissores requer visão de horizonte, entendimento dos fundamentos e gestão ativa de risco. Nenhum fundo é garantia de rendimento mágico.
Em 2025, fique atento a:
- Segmentos favorecidos (logística, crédito, agronegócio)
- Gestão competente
- Qualidade dos contratos e ativos
- Potencial de valorização + rendimento
- Descontos sobre valor patrimonial
Se fizer bem, um desses cinco — ou uma combinação deles — pode ajudar sua carteira de FIIs a crescer e gerar renda mais robusta.
